Ahan, tabom. Agora "x" é um número. Ah é? Não, né!!!
Falar que um Mídia só faz "x" é a mesma coisa que falar para um criativo "Ah! Volta lá pro seu degradê no Corel".
Isso não existe! Não? Não, criatura!!! E vou explicar bem rápido para um bom entendedor ou "entendedora":
Nós, Mídias, fazemos cálculos no excel e, para isso usamos fórmulas. As fórmulas, como todas (óóóó), somam, subtraem, multiplicam e blá blá blá, os números! Sim, não fazemos funções de "x", e "x" não é um número, por isso, as fórmulas não calculam letras. Tóim!
Não vou mentir que eu não uso "x" porque eu uso sim, mas só para escrever palavras que tenham "x", tá?
Então, da próxima vez que quiser zuar um Mídia, zoe com classe: "Vai lá somar seu 'unzinho' (ou invente qualquer outro número, NÚMERO), vai!".
Simples assim. :)
28 de março de 2010
19 de novembro de 2009
Mídia? Mas você não é Publicitária?
- Publicitária? Pô, que legal! Faz propaganda, anúncios e um monte de coisa. Deve conhecer famosos. Show de bola, né? Trabalha em agência?
- É... (com cara de que: Não. Não é isso. Não conheço famosos e ralo muito.) Trabalho em agência e sou "Mídia".
- Aaaaah tá. Mídia? Legal... (expressão de: Mas quê? Sei lá o que raios é "Mídia", ela não disse que era publicitária?)
Já pensei em falar sobre 2 coisas em 1, escrever um livro para ensinar a alguns publicitários o que é um "Mídia" (para os que não aprenderam na faculdade porque “Não quero ser Mídia mesmo, então dane-se essa matéria.”) e ensinar os "não-publicitários".
É assim, de um jeito não-formal, que falarei um pouco, e a “grosso modo”, do Profissional de Mídia.
Para os que não trabalham com publicidade:
“Mídia” é uma das áreas da publicidade que cuida da parte do planejamento das veiculações do cliente e, consequentemente, da operação que estas exigem, pré e pós-aprovadas.
Todas as campanhas que você vê, sejam em TV, sejam em rádio, sejam nas ruas, não foram jogadas lá, aleatoriamente, para que todos vissem, mas sim, foi cuidadosamente e estrategicamente elaborada para que a marca atinja seu público de acordo com seu objetivo e sua verba.
Entende apenas com exemplo? Vamos a ele.
Temos, supomos, o cliente Fiat. O que a Fiat quer divulgar? O Uno? Um Stilo? Ou um Feirão de Fábrica?
Entenda, para a divulgação, precisamos primeiro objetivar qual será o produto que se quer divulgar e, a partir disso, qual o objetivo da campanha, quem queremos atingir e como será a estratégia criativa.
Se divulgarmos um Uno, nosso público com certeza não será o mesmo do Stilo, ao menos, não em classe social, certo? É assim que começa o trabalho da Mídia. Se vamos divulgar o Uno, quem é nosso público em sexo, faixa etária e classe social? Onde ele mora? Quais os costumes desse público? O que ele costuma assistir? Quais são seus hábitos de consumo?
Várias perguntinhas para segmentarmos ao extremo e não dispersarmos nossa campanha e aproveitarmos melhor a verba.
A partir destas respostas e do período especificado para a campanha, iremos segmentar os melhores meios e veículos de comunicação para este público. Melhores em questão de audiência e em questão de valores. É muito simples comprarmos um espaço na revista mais famosa de fofoca ou numa novela da maior rede de TV nacional. O que é interessante é planejarmos se este meio é forte com nosso público, a afinidade, e se esse veículo tem visibilidade na circulação dele. Não basta anunciarmos na novela de horário nobre se nosso público são homens que gostam de esporte. Parece simples, mas é trabalhoso.
Com verba pequena, além de analisarmos cuidadosamente quais são os principais meios/ veículos que não podemos deixar de fora, temos que analisar o que é mais rentável para o cliente. Nosso público assiste ao programa de esporte aos Domingos, mas a campanha é nacional e nossa verba é pequena, então não podemos fazer o programa, o que podemos substituí-lo? Uma revista nacional ou um patrocínio na programação de TV local nas principais cidades do país, e nas outras cidades faremos uma mídia local? Ou alguma intervenção urbana é melhor?
É assim que funciona, um misto de criatividade, pesquisas (sejam elas em impressos ou digitais – isso inclui as mídias sociais*.), comparações e cálculos, sim, muitos cálculos para saber o que será mais rentável para trazer resultado para o cliente.
Para isso, temos inúmeras ferramentas fortes no mercado que nos dá suporte. Softwares possuem dados de audiências, dados de hábitos de consumo, de mídias no mercado nacional para nos orientar em planejamentos, fora as pesquisas internas de cada veículo, com pesquisas mais apuradas e detalhadas do perfil do próprio veículo.
Cruzando criatividade, pesquisas, cálculos e objetivos, chega em sua casa ou no seu trabalho os anúncios que você vê/ ouve. Se você vê/ ouve, você é o público. Por isso é raro você não assistir o comercial da nova sandália da Xuxa. Mas se você assiste ao comercial do carro dos seus sonhos, agradeça a um Mídia.
Aos publicitários:
Após você ler a parte dos "não-publicitários" (ok, você não leu) chegou a vez de vocês entenderem o porquê "brigamos" por prazos, e "brigamos" que o anúncio ainda não foi enviado.
Primeiro, o Mídia não é uma biblioteca ou um HD, é um ser humano. Não guardamos os nomes e pesquisas de audiência de todos os meios e veículos do mundo. Por isso, temos pastas organizadas (ao menos deveria ser assim) de todos eles, para quando elaboramos um plano, temos nossas referências e “bibliotecas em HDs”. Lógico, também se me perguntar qual programa faço para tal público, saberei te responder na hora, mas não saberei dizer qual será o mais rentável, porque terei uma idéia de custo, mas não o custo tabela decorado, afinal, temos milhares de TVs com milhares de programas e milhares de praças, impossivelmente humano decorar tudo.
Quanto aos prazos...
Têm-se um plano, por maior que ele seja, conseguimos entregar em 1 dia sim, se só jogarmos os números nas planilhas, porém, temos que contar que teremos que ligar para cada veículo e negociar a veiculação, que dependemos de terceiros, logo, se não entregarmos o plano no prazo curto que vocês nos pedem, por favor, não nos matem e não pensem que não entregamos por má vontade, apenas dependemos de terceiros. Fora que muitos terceiros podem depender de “quartos” no caso de representantes, e assim vai. Além disso, após recebermos uma proposta e, muitas vezes, renegociarmos ela, temos que fazer análises, cálculos e cálculos. O Excel possui fórmulas sim, mas não possui alguém virtual para analisar os números**.
Por isso quando vamos explicar um plano de mídia, as pessoas querem que sejamos breves, por que é uma área complexa de se entender, que às vezes se tornar chata para quem é publicitário “não-Mídia”, então, imagina para um cliente que não é da área?
Cadê o anúúúúncio???
Os veículos de comunicação, assim como nós, possuem um cronograma de pautas e serviços, portanto, um atraso para eles influencia em pedir prazo para gráficas de impressão, no caso de impressos, na programação de inúmeros comercias de TV, gravações de spot em rádios ou no custo de um funcionário que precisa ficar mais tempo na empresa esperando por este anúncio. É uma cadeia. Portanto, planejamento é fundamental. Querendo ou não, isso influencia nas negociações de Mídia. Uma escorregada aqui, é uma “vida” a menos que temos na parceria com os veículos e vice-versa.
É isso, pessoal, a vida de Mídia não é tão fácil e simples quanto parece, ou não parece.
Precisamos estar antenados no mundo e nos hábitos da população.
Não somos obsoletos.
Precisamos planejar o destino da maior parte da verba do cliente
Precisamos pesquisar, pesquisar, inovar, inovar, fazer “continhas” e “continhas”.
Precisamos de paciência e concentração.
Precisamos cada vez mais estar lado a lado, sem segredos, da criação, dos atendimentos, da produção e do planejamento! Levamos a mensagem ao target, então:
Uni-vos!
* Muita gente ainda não sabe o que é a Mídia Social, até mesmo os publicitários. Pensam que quando uma pessoa está no site de Famosos do MSN, por exemplo, em pleno expediente, é porque essa pessoa está sem o que fazer, mas não param para pensar que podemos estar ali porque planejamos este canal para um cliente e estou dando uma olhada no site para ver se ele é bom e qual formato de banner tem mais visibilidade. Se estou no Orkut é porque não tenho trabalho, mas posso estar pesquisando comunidades do cliente, ou da concorrência. Em planejamento, a Mídia Social, atualmente, é fundamental. Para saber mais sobre mídias sociais, sem palavras difíceis, veja o post no Blog da Gabi.
** Não cobre exatidão da Mídia.
20 de julho de 2009
Era uma vez...
Tá aí! Resolvi “abrir’ um blog!
Por quê?
- Não preciso pagar um registro de domínio;
- Não preciso de CNPJ; =P
- Não preciso desperdiçar zilhões de R$ em impostos (Governo maldito);
- Posso "falar" o que penso sem ninguém me olhar com aquela cara de “orifício obscuro”;
- Posso reclamar o quanto eu quiser que ninguém vai me olhar com aquela cara de “buraco negro”;
- Posso "falar" bem de quem ou do que eu quiser sem que as pessoas me olhem com cara de falsa gratidão!
Enfim, posso "falar" e mostrar o que eu bem entender sem que pessoas com cara de cu me meçam dos pés à cabeça.
Pretendo escrever sobre tudo o que acontece no meu dia-a-dia, coisas e ações que me deixam completamente irritada, pessoas nas quais não posso retrucar e do mundo onde acontecem situações absurdamente inacreditáveis. E para vocês não pensarem que sou uma Cruela Cruel do humor, vou ser legal e escrever sobre o que me deixa extremamente feliz, confiante e inspirada também, ok?
Já vou logo avisando que não vou escrever me importando com as palavras formais e poéticas (até porque não sou redatora, nem escritora), aqui vou desabafar e extravasar para não enfartar ou criar um câncer, portanto, quem desabafa, falatudonalata!
Ah, se eu não estiver muito revoltada ou cega de felicidade, tentarei revisar o português também, beleza?
Tudo que será postado será a minha opinião sobre o tema abordado, pode não ser o certo, pode não ser o errado, mas será a MINHA opinião.
Periodicidade? Vareia (Ah tá, pensou que sou analfa, então? VARIA! Dã!). A cada um segundo ou a cada década. Depende da minha vontade de escrever e, principalmente, de tempo. =]
Comentários bons ou ruins? Sempre serão bem-vindos.
Só não seja um(a) aloprado(a) pomposo querendo botar banca, ok? (Ui, tenho horror a gente assim.)
É isso. Curta (ou não)!
Por quê?
- Não preciso pagar um registro de domínio;
- Não preciso de CNPJ; =P
- Não preciso desperdiçar zilhões de R$ em impostos (Governo maldito);
- Posso "falar" o que penso sem ninguém me olhar com aquela cara de “orifício obscuro”;
- Posso reclamar o quanto eu quiser que ninguém vai me olhar com aquela cara de “buraco negro”;
- Posso "falar" bem de quem ou do que eu quiser sem que as pessoas me olhem com cara de falsa gratidão!
Enfim, posso "falar" e mostrar o que eu bem entender sem que pessoas com cara de cu me meçam dos pés à cabeça.
Pretendo escrever sobre tudo o que acontece no meu dia-a-dia, coisas e ações que me deixam completamente irritada, pessoas nas quais não posso retrucar e do mundo onde acontecem situações absurdamente inacreditáveis. E para vocês não pensarem que sou uma Cruela Cruel do humor, vou ser legal e escrever sobre o que me deixa extremamente feliz, confiante e inspirada também, ok?
Já vou logo avisando que não vou escrever me importando com as palavras formais e poéticas (até porque não sou redatora, nem escritora), aqui vou desabafar e extravasar para não enfartar ou criar um câncer, portanto, quem desabafa, falatudonalata!
Ah, se eu não estiver muito revoltada ou cega de felicidade, tentarei revisar o português também, beleza?
Tudo que será postado será a minha opinião sobre o tema abordado, pode não ser o certo, pode não ser o errado, mas será a MINHA opinião.
Periodicidade? Vareia (Ah tá, pensou que sou analfa, então? VARIA! Dã!). A cada um segundo ou a cada década. Depende da minha vontade de escrever e, principalmente, de tempo. =]
Comentários bons ou ruins? Sempre serão bem-vindos.
Só não seja um(a) aloprado(a) pomposo querendo botar banca, ok? (Ui, tenho horror a gente assim.)
É isso. Curta (ou não)!
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